Bem, conforme prometido vou apresentar aqui uma das estórias com a turma. Infelizmente esta estória tem a participação apenas do João (dono do carro), doAlexandre e a minha. Mas parece até que ela teve o roteiro criado pelo Stephen King.
A estória se passa em um domingo qualquer, de um mês que não me recordo, de um ano que deve ser 1983 ou 1984. Neste domingo, como aliás em quase todos do ano, o João logo após o almoço foi lavar a Fiat 147 vermelha que ele havia comprado.
Nesta mesma época estava ocorrendo uma greve de lixeiros, o que provocou um grande acúmulo de sacolas de lixo deixadas pelos moradores junto ao poste que ficava bem próximo onde o João deixava o carro.
Lavamos o carro por fora e ao iniciarmos a limpeza interna começamos com a retirada dos tapetes de borracha. Para nossa surpresa, debaixo do tapete do carona começaram a surgir umas poucas larvas de mosca. Lembro de termos ficado indignados com a presença das larvas e termos feito correlação delas com a greve dos lixeiros e a presença das sacolas de lixo. tiramos a as larvas, finalizamos a limpeza interna e partimos para fazer algo sob o capô (talvez abastecer o recipiente de água do limoador ou algo assim).
Para nossa surpresa e espanto, ao abrirmos o capô nos deparamos com uma das cenas mais nojentas que já havíamos visto: encarcerado entre o macaco do carro (que na 147 ficava aparafusado por dentro do capô) e o alternador, jazia inerte, morto, desfigurado e devorado pelas larvas um pobre gato que entrou por debaixo do carro e ficou preso naquele lugar, não sabemos por quanto tempo, até morrer.
Muito puto, João tenta tirar o que restou do gato com jatos de água mas nadado bichano querer sair. A solução seria então desovar o gato em algum lugar e o local escolhido foi a rua que fica atrás do Grajaú Country, por onde antigamente iniciávamos as subidas ao Pico. Esta rua termina em uma espécie de largo, que fica sobre uma outra rua (a Olegaringa - que hoje está cheia de grandes prédios, mas naquela época era mato puro).
Chegando lá, apontamos o carro na direção do precipício, abrimos o capô e com a ajuda de um galho removemos o defunto e o jogamos pelo abismo abaixo. Voltamos para casa para providenciar a limpeza da cena do crime, mas no caminho fomos novamente surpreendidos com a grande quantidade de larvas que começou a surgiu vinda do compartimento do motor. Ao chegar em casa, nova limpeza interna e, na cena do crime, amplo uso de água, desinfetante e escovas.
Ao final restou no local onde o felino passou desta pra melhor, uma grande região onde a pintura foi removida pela ação química da decomposiçao do animal.
sábado, 4 de julho de 2009
sexta-feira, 3 de julho de 2009
A Vergonha da Selva
Um dia, muitos anos (uns 30) atrás, fomos em um cinema não lembro qual, assistir o filme "A vergonha da Selva" (figura abaixo).
Era um desenho animado longa-metragem proibido para menores de 18 anos. Maior comédia.
Segundo informações de [2] esse desenho foi produzido em 1975 e circulou nos USA só em 1979 (não sei porque esse intervalo). No Brasil imagino que deve ter passado em 79-80 (quando tinhamos já 18 anos).
Não lembro exatamente quem estava nessa além de mim mas, aqueles que foram certamente ainda se lembram da abertura e momentos iniciais desse longa de animação.
Era um desenho animado longa-metragem proibido para menores de 18 anos. Maior comédia.
Segundo informações de [2] esse desenho foi produzido em 1975 e circulou nos USA só em 1979 (não sei porque esse intervalo). No Brasil imagino que deve ter passado em 79-80 (quando tinhamos já 18 anos).
Não lembro exatamente quem estava nessa além de mim mas, aqueles que foram certamente ainda se lembram da abertura e momentos iniciais desse longa de animação.
Quem quizer baixar o filme completo é só acessar a seguinte página,
http://www.rapidshareindex.com/-Anime-TARZOON-La-honte-de-la-Jungle-DVDrip-1975_168463.html
Para ver o video completo on-line (má resolução) em francês use o seguinte endereço:
http://www.wat.tv/video/tarzoon-e3s3_dgi5_.html
Referencias
[1] http://www.moviegoods.com/Assets/product_images/1020/193705.1020.A.jpg
[2] http://www.imdb.com/title/tt0073691/
João
Terror em Terê: O fogo factuo.
Neste post relatamos eventos aterrorizantes lembrados pelo nosso amigo Marcos, que recentemente nos brindou com dois causos inesquecíveis.
Aqui faremos o registro do primeiro causo.
CAUSO I
Numa noite de fortíssima neblina enm que não se via mais nada após uns 10 metros de distância, nos preparávamos (banho frio só o super Júlio ousava) para nossa ida para a cidade (justamente para esfiha, sinuca, birita, etc). O Júlio disse q ao invés de caminharmos por dentro da Granja Comary até o centro, subíssemos até o soberto e pegássemos um ônibus q lá passaria. Assim, depois de já estarmos meio biritados e afetados pelo ambiente sombrio da casa invadida pela neblina e histórias assustadoras que contávamos (tem uma q escrevi em papel q o Alexandre guarda até hoje) subimos até o Soberbo. Era um grupo de pelo menos uns 5 ou 6. me lembro bem de o João, Sobral e Júlio estarem. Ao alcançarmos o asfalto avistamos de forma não muito nítida em meio a neblina uma labareda na posição onde deveria estar aquele “triângulo” q fica no meio do entroncamento das pistas (Rio Bahia x acesso Teresópolis). Fato importante: de manhã lá estivemos com sol e avia uma pequena cruz escrito “Almir” cravada no gramado deste “triângulo” na beira do meio-fio. Na mesma hora q vimos a labareda emergindo do chão algum de nós disse “FOGO FATO !” e começaram as conjecturas mais absurdas. O pior é que eu acho q era pra valer pois o pessoal estava biritado e realmente com medo.
Eu e João avançamos curiosos para saber que “fenômeno” inexplicável ocorria. E pasmem: do grupo q ficou pra trás tinha gente COM MEDO DE VERDADE. Talvez até tenham agido corretamente pois poderia haver algum tipo de perigo (explosão, dei lá) mas no caso acho q era medo de algo sobre natural. Ao chegarmos perto, já sem o efeito da neblina, desvendamos o mistério: alguém fez um despacho e a cachaça caiu por cima de uma vela acesa (talvez o vento tenha derrubado a garrafa, não lembro). Na verdade nem havia muita razão pra medo, pois ouvíamos ao longe gente conversando. Algum grupo devia estar lá no outro lado da pista, conversando no mirante.
Em relação a esse causo, o Sobral, principal envolvido, acrescentou:
"Fui eu quem falou do FOGO FACTUO (estranho fenômeno de aparição de fogo vindo das entranhas da terra)."
A figura abaixo ilustra os locais do acontecimento envolvendo o aparecimento do Fogo Factuo - clique para aumentar.

Para saber mais...
http://www.portalufonet.com/fenomenos.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fogo-f%C3%A1tuo
Fontes
[1]https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgRQ7RyHYO8dBKiMer60KEMf1hZ8C6xI7sYL4NSY2STt3TRwsi-yohPjOE1QOzKaTSPKM1ZRGAx9Mt_NEf0gxGvwE_jGezVtng-Tf1jTnr74RzvmEf5ri-P1I6MASh68tmFR7u0iOfZ2paJ/s400/fogo-f%C3%A1tuo2.jpg
Bola de Gude na Raiz da Serra
Neste post registramos um episódio no qual nosso amigo Antonio (vulgo Guma) se envolveu em um jogo de bola de gude.
Antes porém cabe alguma informação sobre esse jogo. Segundo a fonte [1],
O nome "gude" deriva de "gode", do provençal, que significa pedrinha redonda e lisa. É um jogo tipicamente infantil, que vem dos tempos do Império Romano e civilizações egípcias. Percorreu os séculos, chegando até os dias de hoje. Pelo Brasil à fora esse jogo é conhecido como “Fubeca, baleba, bilosca, birosca, bolita, buraca, cabiçulinha, firo, pirosca, ximbra, bute e berlinde.
Antes porém cabe alguma informação sobre esse jogo. Segundo a fonte [1],
O nome "gude" deriva de "gode", do provençal, que significa pedrinha redonda e lisa. É um jogo tipicamente infantil, que vem dos tempos do Império Romano e civilizações egípcias. Percorreu os séculos, chegando até os dias de hoje. Pelo Brasil à fora esse jogo é conhecido como “Fubeca, baleba, bilosca, birosca, bolita, buraca, cabiçulinha, firo, pirosca, ximbra, bute e berlinde.
Vamos agora aos fatos,
Segundo o Sobral,
O Antonio começou jogando com a mulecada e perdendo umas poucas bolinhas. Depois pareceu dar uma de otário e foi jogar triângulo valendo milhões de bolinhas e limpou a galerinha de lá. Eu tava lá também e fiquei com pena dos muleques. Quiseram limpar o Antonio e foram depenados.
Segundo o Marcos,
Este episódio ocorreu lá em raiz da Serra naquela casa q meu pai tinha na roça e não em terê.
Nesta estávamos Só eu vc e o Hélio. Apareceu uns moleques (Antonio não teve piedade) e o Antonio começou a jogar pedindo bolas de gude emprestadas pra eles. A estratégia foi fingir q não jogava nada. Os moleques caíram no truque e acabaram levando uma lavada. Depois de 1 ou 2 horas de jogo o Antonio tinha um saco de bolas de gude de uns 2 Kg.
Nesta estávamos Só eu vc e o Hélio. Apareceu uns moleques (Antonio não teve piedade) e o Antonio começou a jogar pedindo bolas de gude emprestadas pra eles. A estratégia foi fingir q não jogava nada. Os moleques caíram no truque e acabaram levando uma lavada. Depois de 1 ou 2 horas de jogo o Antonio tinha um saco de bolas de gude de uns 2 Kg.
Segundo o protagonista (Antonio)
Bem lembrado, o blefe foi pq uma criancinha estava chorando pq havia perdido todas as suas bolinhas para eles Então pedi emprestado umas bolinhas que pagaria depois, e com essas bolinhas rapei todo mundo e depois dei para a criança que estava chorando. Eles ficaram muito putos.
Fontes:
[1] Cunha, F. , 2007, Bolinhas de Gude, Felipe de Freitas Cunha, EEFM Gov. Manoel de Castro Filho, Quixere - CE, http://www.educarede.org.br/educa/index.cfm?pg=galeria_de_arte.detalhe_visual&id_galeria=819&id_arte=116&id_comunidade=63, acesso em 03-Jul-2009
[2] http://www.oficinadoaprendiz.com.br/modulo/loja/imagens/6c011f7934.jpg
[3] http://www.pca.org.br/imagens/robson/02bolinha_de_gude.jpg
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Esfomeados na Ilha Grande
Neste post relembramos o episódio no qual Eu, o Alexandre e o Marcos tivemos nosso avanço barrado por um rio na Ilha Grande, de forma inesperada.
Lembro até hoje do Iate Lady Laura do RC ancorado na Praia do Pouso. A ffigura abaixo foi obtida da web [1] como sendo o Lady Laura III. Não sei se é o mesmo que vimos naquela ocasição mas este é bem parecido! Lembro que o Lady Laura parecia gigantesco, tomando todo nosso campo de visão - talvez já fosse um efeito alucinógeno cuasado pela fome(rs).
Estávamos acampados fora do Abraão e a comida acabou. Famintos, caminhamos por uma trilha até uma praia onde tinha um hotel onde já havíamos estado em outra oportunidade. Na trilha você ferrou o pé (topada). Antes de partirmos esperamos o João se arrumar. Eis que ele sai de forma triunfante de dentro da barraca onde devia estar DERRETENDO, VISTINDO UMA ROUPA toda social e branquinha (parecia um almofadinha). Acho q justificou que hotel era bacana e tinha de ir arrumado.
Após a dolorosa trilha de quase 1 hora(?) com fome, nos deparamos com o Lady Laura (ex Robeto Carlos) ancorado ao largo da praia e um monte de gente bonita se divertrindo, bebendo e comendo e nós barrados por um rio que da vez anterior era só um córrego. Acho q foi por causa da Chuva (lembram do relâmpagos da noite anterior com o João soltando um barro lá fora na Chuva ?).
Desolados, tivemos de voltar TODO O CAMINHO DE VOLTA FAMINTOS. O Sobral desta vez se deu bem pois ficou no acampamento. Logo em seguida rolou o Tonyu e logo depois apareceu uma traineitra perguntando se queríamos transporte e tenho certeza que batemos o recorde
mundial de rapidez em desmonte de barraca e pegamos o barco para Abraão. Acho q foi a última vez q estive na Ilha Grande.
Marcos
Após a dolorosa trilha de quase 1 hora(?) com fome, nos deparamos com o Lady Laura (ex Robeto Carlos) ancorado ao largo da praia e um monte de gente bonita se divertrindo, bebendo e comendo e nós barrados por um rio que da vez anterior era só um córrego. Acho q foi por causa da Chuva (lembram do relâmpagos da noite anterior com o João soltando um barro lá fora na Chuva ?).
Desolados, tivemos de voltar TODO O CAMINHO DE VOLTA FAMINTOS. O Sobral desta vez se deu bem pois ficou no acampamento. Logo em seguida rolou o Tonyu e logo depois apareceu uma traineitra perguntando se queríamos transporte e tenho certeza que batemos o recorde
mundial de rapidez em desmonte de barraca e pegamos o barco para Abraão. Acho q foi a última vez q estive na Ilha Grande.
Marcos
As figuras abaixo ilustram um pouco a situação (cique sobre a imagem para ampliar).
Fig. 1: Vista geral da extremidade norte da Ilha grande mostrando a praia das Palmas (onde estavamos acampados), a trilha que seguimos para a Praia d Pouso onde esperavamos conseguir comer alguma coisa.
Fig 2: Detalhe entre a Praia das Palmas e do Pouso com a longa trilha que seguimos traçada de forma grosseira.
Fig 3: Vista mais de próximo do local na Praia do Pouso onde empacamos devido ao rio.
Fig. 1: Vista geral da extremidade norte da Ilha grande mostrando a praia das Palmas (onde estavamos acampados), a trilha que seguimos para a Praia d Pouso onde esperavamos conseguir comer alguma coisa.
Fig 2: Detalhe entre a Praia das Palmas e do Pouso com a longa trilha que seguimos traçada de forma grosseira.
Fig 3: Vista mais de próximo do local na Praia do Pouso onde empacamos devido ao rio.
Lembro até hoje do Iate Lady Laura do RC ancorado na Praia do Pouso. A ffigura abaixo foi obtida da web [1] como sendo o Lady Laura III. Não sei se é o mesmo que vimos naquela ocasição mas este é bem parecido! Lembro que o Lady Laura parecia gigantesco, tomando todo nosso campo de visão - talvez já fosse um efeito alucinógeno cuasado pela fome(rs).
Bons Tempos! Hoje, algo em torno de 30 anos decorridos a Ilha Grande é um destino turistico consolidado. No local em que não pudemos atravessar naquela ocasião hoje tem até uma ponte!!!!!!!!
As fotos das figuras abaixo foram tiradas da Web e são recentes.
Fig. 4: Local de onde não foi possível avançar. Dá para ver bem o rio e a ponte que hoje existe lá.
Fig. 5: Visão panorâmica da extremidade da Praia do Pouso. O filete d'água a esquerda é o tal rio que conheciamos como um filete assim mas que no episódio estava intransponível a pé.
Fig. 6: Mesma posição anterior vendo-se bem trecho onde o curso d'água desaguava.
Fig. 7: Essa ponte já é outra, construida na praia das Palmas.
As fotos das figuras abaixo foram tiradas da Web e são recentes.
Fig. 4: Local de onde não foi possível avançar. Dá para ver bem o rio e a ponte que hoje existe lá.
Fig. 5: Visão panorâmica da extremidade da Praia do Pouso. O filete d'água a esquerda é o tal rio que conheciamos como um filete assim mas que no episódio estava intransponível a pé.
Fig. 6: Mesma posição anterior vendo-se bem trecho onde o curso d'água desaguava.
Fig. 7: Essa ponte já é outra, construida na praia das Palmas.
Fontes
[1] Foto Lady Laura III: http://farm2.static.flickr.com/1417/1119310924_744804f8a3.jpg?v=0
[2]Figura 4: http://static.panoramio.com/photos/original/22332482.jpg
[3]Figura 5: http://static.panoramio.com/photos/original/2572732.jpg
[4]Figura 6: http://static.panoramio.com/photos/original/22402473.jpg
[5]Figura 7: http://static.panoramio.com/photos/original/4741550.jpg
[1] Foto Lady Laura III: http://farm2.static.flickr.com/1417/1119310924_744804f8a3.jpg?v=0
[2]Figura 4: http://static.panoramio.com/photos/original/22332482.jpg
[3]Figura 5: http://static.panoramio.com/photos/original/2572732.jpg
[4]Figura 6: http://static.panoramio.com/photos/original/22402473.jpg
[5]Figura 7: http://static.panoramio.com/photos/original/4741550.jpg
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Colegas do Passado - Retrato falado
Numa tentativa de dar forma a imagem nebulosa que tenho de alguns rostos do passado que foram citados procurei algum software para criação de rostos. Existem vários, alguns bem sofisticados - cheguei até a baixar um em 3D cheio de recursos mas trabalhosos de usar.
Enfim, encontrei uma ferramenta não tão sofisticada, que funciona como na produção de "retratos falado" pela policia. Essa ferramenta, apesar das limitações é bem legal e, melhor ainda, funciona on-line.
Assim, produzi alguns rostos do passado, de acordo com minhas nebulosas lembranças. Dá algum trabalho e acho que não ficou nada excelente. Me aventurei a gerar os rostos abaixo. Acho que ficou mais ou menos.
Enfim, encontrei uma ferramenta não tão sofisticada, que funciona como na produção de "retratos falado" pela policia. Essa ferramenta, apesar das limitações é bem legal e, melhor ainda, funciona on-line.
Assim, produzi alguns rostos do passado, de acordo com minhas nebulosas lembranças. Dá algum trabalho e acho que não ficou nada excelente. Me aventurei a gerar os rostos abaixo. Acho que ficou mais ou menos.
Esboços feitos de memória de antigos colegas de escola (esq-dir):
Em cima - Miltinho, Oldiney. Em baixo - Damaso, Paulo Wilson
Em cima - Miltinho, Oldiney. Em baixo - Damaso, Paulo Wilson
Para vê-los on line faça assim:
1) acesse o site http://flashface.ctapt.de/
2) no menu que aparece a direita clique em "Load face..."
3) na lista que vai aparecer procure os nomes dos antigos colegas de escola acima.
4) selecione o nome desejado e clique em "Load"
Me digam o que acharam.
João
P.S.: Tentei fazer a cara do Leonardo mas desisti - tava dificil reproduir aquela cara ridícula!
1) acesse o site http://flashface.ctapt.de/
2) no menu que aparece a direita clique em "Load face..."
3) na lista que vai aparecer procure os nomes dos antigos colegas de escola acima.
4) selecione o nome desejado e clique em "Load"
Me digam o que acharam.
João
P.S.: Tentei fazer a cara do Leonardo mas desisti - tava dificil reproduir aquela cara ridícula!
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Lembranças - Pedra da Baleia
Em uma das mais de 50 lembranças listadas pelo Sobral em 30-06-2009 (ontem). Uma delas dizia o seguinte:
"Lembro de idas à praia de Piratininga e de pular da pedra da baleia em frente ao trampolim. Claro que também me lembro do estabaco que levamos eu, João e Capivara quando uma onda varreu a pedra onde estávamos."
Pois bem, Eu, me lembro muito bem dos mergulhos em frente ao trampolim e dessa onda. Para ajudar a complementar essa lembrança, estou anexando as imagens abaixo.
Isso aconteceu numa de nossas várias idas a Piratininga. Estavamos eu, Sobral, Capivara e tinha mais alguem, eu acho. Descendo do ônibus fomos direto atravessando a pé o pequeno trech de areia que levava até o conjunto de rochas que separam a praia de Piratininga (foto abaixo)

Visão geral das rochas que separam a praia de Piratininga em prainha (a esquerda) da prainoa (a direita)
Andamos sobre a rocha e logo estavamos na extremidade do costão. Dali pulamos dentro d'água e nadamos um pequeno trecho até a parte posterior da Pedra da Baleia. Subimos e quando estavamos os 3 em cima, veio uma forte onda que lavou toda a pedra onde estavamos encobrindo totalmente a rocha e nos jogando os 3 dentro da rachadura entre as pedras que formavam o corpo da baleia por trás da cabeça (a cabeça aponta para a areia).
Lembro que quem se deu pior foi o Sobral que caiu mais para dentro da rachadura. Eu cai mais para fora e o Capiva ficou entre nós dois. Rapido saimos nadando e voltamos a praia.
Só não me perguntem por que fomos para cima da pedra de ode caimos. Não lembro se havia um propósito especifico mas desconfio que foi só por diversão mesmo.
João
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